sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
obrigatoriedade de bibliotecas em instituições de ensino
Ampliação do aprendizado
O relator da matéria na comissão, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), disse que o projeto é oportuno, já que no Brasil - em especial, na rede pública de ensino - existem poucas bibliotecas escolares. Segundo o parlamentar, as bibliotecas são fundamentais para transmitir o conhecimento atualizado, condizente com um mundo em constante transformação. "Face a essa generalizada carência, muitas vezes alunos e professores dispõem apenas do manual didático, o que limita o aprendizado", salientou
Acervo
Andrada apresentou um texto substitutivo em que propõe pequenas alterações. Uma delas é que o acervo inicial mínimo seja de um livro por aluno matriculado em cada biblioteca a ser criada. No texto original, a proposta era de quatro obras por estudante. Outra mudança é a extensão do prazo estabelecido para as escolas formarem o acervo, que passou de cinco para dez anos. O relator explica que há pequenas escolas no interior, em municípios pobres que não teriam recursos para cumprir a meta em cinco anos.
Indicadores
Atualmente, existem 40 mil bibliotecas escolares registradas no Ministério da Educação. Entretanto, apenas as escolas públicas de ensino fundamental passam de 150 mil. Outro indicador deficitário é a quantidade de livros nas bibliotecas escolares. Enquanto nos Estados Unidos e Europa o mínimo é de dez exemplares por aluno matriculado, no Brasil não chega a três.
O índice per capita de livros no Brasil também é inferior. Enquanto nas principais cidades norte-americanas e européias a média anual varia de sete a 12 livros lidos por estudante, no Brasil, o índice é de 2,4 por habitante. O autor e o relator esperam mudar esse quadro, nas próximas décadas, com a aprovação do projeto.
Tramitação
O texto, que tramita em caráter conclusivo, seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Foi incorporado ao substitutivo aprovado o Projeto de Lei 3230/04, da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que trata do mesmo assunto. O projeto tramitava apensado à proposta do deputado Lobbe Neto.
Fonte: Câmara dos Deputados
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Releitura do Pinóquio
o endereço no youtube é:
http://www.youtube.com/watch?v=4ZQauICrO58
As pinóquias agradecem...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Vídeo no Youtube..
http://www.youtube.com/watch?v=B0rcugqIzGM
Abraços..
segunda-feira, 8 de junho de 2009
brrrrrrrr...........para aquecer esse blog e nossos corações blogtecários
Disponibilizo aqui a crônica que saiu no Segundo Caderno do Jornal ZH de sábado dia
Biblioteca falada
06/06/2009.
Autor: NILSON SOUZA
Tem muita desgraça neste mundo, mas também tem gente fazendo coisas maravilhosas que nem sempre ganham o destaque que merecem. Tomei conhecimento esta semana de um projeto comovente, que está em andamento no interior de São Paulo, na cidade de Bauru. Logo que li a respeito, fiquei com coceira nos dedos – e no cérebro – para escrever sobre ele, na esperança de contribuir de alguma maneira para multiplicá-lo. Chama-se Biblioteca Falada e consiste na gravação de audiolivros destinados à Escola para Cegos do Lar Santa Luzia, uma instituição que abriga deficientes visuais no interior paulista. Traduzindo: estudantes gravam textos de livros, revistas e jornais para serem ouvidos por pessoas que não podem ler.A ideia é de um professor da Universidade Estadual Paulista. Ele – João Chamadoria é o seu nome – coordena os alunos do curso de Jornalismo que trabalham como voluntários na gravação de CDs, revezando-se na leitura das obras. Ao mesmo tempo em que treinam locução, os jovens emprestam suas vozes para o relato que possibilitará aos deficientes uma inesquecível aventura literária.
Graças a esse trabalho, as deliciosas crônicas do gaúcho Luis Fernando Verissimo são conhecidas pelos ceguinhos de Bauru, assim como o humor popular e as expressões nordestinas do escritor Gustavo Arruda, de Pernambuco. Os livros falados são escolhidos principalmente pelo seu potencial de despertar interesse nos ouvintes, mas também pela linguagem de fácil compreensão, uma vez que a maioria dos deficientes possui pouca bagagem cultural.
O interessante desta experiência é que ela pode ser replicada até mesmo por alunos do Ensino Médio. Com a facilidade que os jovens têm hoje para acessar equipamentos eletrônicos e para manuseá-los, a produção de um CD é quase uma brincadeira. Um pouco mais difícil, talvez, seja convencê-los a ler um livro. Mas, por uma causa dessas, tenho certeza de que se mobilizariam. Alguns, inclusive, já fazem trabalhos voluntários em entidades carentes, lendo histórias para idosos.
A leitura em voz alta é sempre um aprendizado de duplo sentido, que enriquece quem ouve e quem lê. Quando este trabalho é feito em grupo, com o acompanhamento de um professor, transforma-se numa atividade ainda mais produtiva. Daí a transformá-lo num livro falado é apenas um passo – um pequeno passo para quem tem todos os sentidos perfeitos e um grande salto para quem recebe a oportunidade de sair da escuridão para a luz da literatura.
Se quiserem conferirem o original o link é esse: <http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2536014.xml&template=3916.dwt&edition=12460§ion=999>
Abraços a todos, boa leitura e em especial para o colunista Nilson Souza, pois foi feliz numa sua coluna.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Bibliotecárias de Norte a Sul do Brasil na Biblioteca do Marista Imaculada...

Alunas da UFRGS visitam a biblioteca
O colégio recebeu a visita dos alunos da primeira turma do Curso de Especialização em Bibliotecas Escolares e Acessibilidade da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). São mais de 30 educandos vindos de todo o Brasil, sendo seis bibliotecárias da Província Marista do Rio Grande do Sul, além das professoras do curso e da supervisora das bibliotecas maristas Fabiana Dupont, que também participa da especialização.
O objetivo da visita foi conhecer a biblioteca, seu espaço físico e saber os trabalhos de incentivo à leitura que são realizados.Os visitantes foram recepcionados pelo diretor Irmão Genuíno Benini e pela Professora Carla Magali Kruger, responsável pela biblioteca do colégio. A professora mostrou os ambientes, o acervo e os projetos que trabalha junto aos educandos maristas.
Dando destaque a Hora do Conto, onde narrou suas experiências desenvolvidas durante o ano, bem como as conquistas que teve com a integração dos alunos e o desenvolvimento do hábito pela leitura.
Para descontrair, a educadora organizou a turma num espaço aconchegante da biblioteca e todos sentados em almofadas, ouviram atentamente a leitura de uma bela poesia de Augusto dos Anjos.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
HORA DO CONTO VIRTUAL

A equipe da Biblioteca do Marista Ipanema apresentou uma Hora do Conto virtual na sala da Lousa Interativa. A atividade mostrou os vários formatos que o livro pode ter.
Os alunos da 1ª à 4ª série do Ensino Fundamental ouviram a história Olha o Olho da menina, texto de Marisa Prado e ilustrado por Ziraldo, que foi narrado através da Internet pelo link http://ipanema.com/livros/olha/cover.htm. O evento é uma homenagem ao Dia Nacional do Livro que é comemorado em 29 de outubro.
Na quarta-feira, 29/10, o Ponto de Encontro será com os estudantes da Educação Infantil (Nível 3), que farão um jogral demonstrando os cuidados que devemos ter com os livros.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Dia da biblioteca escolar do Colégio Marista Roque

Olá, pica-paus!
Estamos em festa!!!
Outubro é o mês Internacional da Biblioteca Escolar
Dia 17 de outubro é o dia da Biblioteca Roque Gonçalves, para comemorar essa data, os alunos do Ensino Médio tiveram uma palestra com o ex-aluno do Colégio, o escritor e jornalista da Rede Record, Carlos Dorneles. A palestra ocorreu as 10h30min no Salão de Atos do Colégio, se estendendo até o final da manhã.
Dorneles começou sua fala abordando a importância da biblioteca escolar e seu papel fundamental na formação do leitor. Enfatizou o cuidado que devemos ter com os livros que lemos, pois, segundo ele, devemos ter criticidade ao selecionar nossas leituras, verificando se elas estão ou não, a serviço de alguns grupos.
O jornalista ressaltou também, a relação entre imprensa e literatura, de acordo com ele a imprensa tem o objetivo de repassar informações, muitas vezes tendenciosas, atendendo aos interesses de algumas famílias que detém poder aquisitivo no Brasil. Já a literatura não tem compromisso com a verdade e com a realidade objetiva. A literatura nos permite imaginar, criar, ter contato direto com a fantasia. O escritor citou algumas obras como: Cem anos de solidão de Gabriel García Márquez, O Tempo e o Vento de Erico Verissimo, Monteiro Lobato, O Lobo do Mar ( escrito em 1904) e Caninos Brancos de Jack London, destacando aqui alguns gêneros que o leitor vai encontrar e certamente se encantar, romance, entretenimento, aventura...
Ao comentar sua última publicação, o livro Bar Bodega: Um crime de imprensa verificamos a preocupação do escritor, na maneira como a noticia é focada, na sua parcialidade. Na obra Carlos Dorneles faz uma rigorosa pesquisa jornalística que reconstitui um famoso crime ocorrido em São Paulo, em que pessoas inocentes foram acusadas e execradas nas páginas da imprensa.
O final do encontro foi aberto para perguntas, momento que contou com grande interesse dos alunos que questionaram o escritor sobre questões como: o cotidiano do jornalismo, coberturas de conflitos políticos, crise da econômica mundial, imprensa e internet, valorização do ser humano e satisfação profissional.
O Autor concluiu sua fala com uma postura bastante positiva sobre os rumos da nossa sociedade, acredita na possibilidade da mudança, pois, mesmo em uma guerra o ser humano é muito solidário.
